Alimentando o sonho, Epifânia, cria do prefeito Roberto Sobrinho (PT), de quem foi secretária de Educação e coordenadora de campanha, já até teria se ‘bandeado’ pras hostes do também pretenso candidato a prefeito, Valter Araújo (PTB), atual presidente da Assembleia.
Isso gerou mal estar e ciumeira nos petistas e afastou ainda mais a deputada das bases. Os aplausos à ex-senadora Fátima Cleide (PT), na visita da Dilma, foram ainda mais contundentes.
Ora, uma pessoa sem mandato ter mais moral do que uma deputada, em pleno exercício do mandato? Isso se explica pelo fato de Epifânia ter perdido o apoio e o contato com as bases.
Com fraco desempenho no Parlamento, quando não conseguiu ainda dizer a que veio nem definir uma linha de atuação. Como ex-secretária municipal de Educação, imaginava-se que Epifânia fosse colocar isso em prática. Mas, ela preferiu ocupar o cargo de 2ª secretaria e ficar lendo as mensagens e leis em discussão na Casa.
Ela também se aventurou na presidência de uma Comissão Especial que apura os fatos ocorridos nas usinas de Jirau e Santo Antônio. Uma espécie de arapongagem sem finalidade definida. Um fiasco, que nasceu morto.
Agora, se quiser ser candidata, a deputada tem que começar a trabalhar, de verdade, para mostrar que pode ser a ungida do petismo para substituir Sobrinho, o prefeito das obras inacabadas.
É bom relembrar que em 2007, quando Epifânia Barbosa era secretária municipal de Educação da capital, o teto da Escola Maria Isaura desabou, ferindo três alunos e duas professoras.



