O presídio de regime semiaberto de Rolim de Moura foi totalmente destruído durante um incêndio na tarde desta quinta-feira (05). Segundo informações da direção da unidade, o fogo teria começado por volta das 14h30 em um dos alojamentos e consumido todo o prédio, onde eram alojados 55 detentos. Ninguém ficou ferido, mas a unidade não tem mais condições de abrigar os apenados, que devem ser transferidos para outras unidades nas próximas horas.
Assim que as primeiras chamas foram vistas, os apenados evacuaram o local e em seguida alertaram os agentes penitenciários. Rapidamente uma equipe do Corpo de Bombeiros chegou ao local para conter as chamas. Mesmo assim, o fogo acabou consumindo o prédio quase em sua totalidade, destruindo o telhado e comprometendo todo o restante da estrutura. Foi necessária a ajuda de outro caminhão pipa para conter o incêndio.
De acordo com Nilson Henrique, diretor interino da unidade, uma equipe de peritos esteve no local após a contenção das chamas para apurar quais as causas do início do fogo. Disse que não tem como saber sem um exame mais detalhado, uma vez que o princípio de incêndio foi muito rápido, tomando proporções gigantescas em questões de minutos. “Queimou tudo, principalmente pertences dos apenados, não acredito em crime”, lembrou o agente.
O juiz da vara de execuções penais do município, Audarzean Santana, esteve pessoalmente analisando a situação dos apenados e disse que sua equipe deve fazer uma espécie de mutirão essa semana para transferir ou para dar a liberdade condicional para quem já cumpriu a pena prevista, mas ainda está no semiaberto. Nesses primeiros dias, os 55 apenados da unidade devem ficar alojados em um barracão que fica ao lado do prédio incendiado.
Assim que as primeiras chamas foram vistas, os apenados evacuaram o local e em seguida alertaram os agentes penitenciários. Rapidamente uma equipe do Corpo de Bombeiros chegou ao local para conter as chamas. Mesmo assim, o fogo acabou consumindo o prédio quase em sua totalidade, destruindo o telhado e comprometendo todo o restante da estrutura. Foi necessária a ajuda de outro caminhão pipa para conter o incêndio.
De acordo com Nilson Henrique, diretor interino da unidade, uma equipe de peritos esteve no local após a contenção das chamas para apurar quais as causas do início do fogo. Disse que não tem como saber sem um exame mais detalhado, uma vez que o princípio de incêndio foi muito rápido, tomando proporções gigantescas em questões de minutos. “Queimou tudo, principalmente pertences dos apenados, não acredito em crime”, lembrou o agente.
O juiz da vara de execuções penais do município, Audarzean Santana, esteve pessoalmente analisando a situação dos apenados e disse que sua equipe deve fazer uma espécie de mutirão essa semana para transferir ou para dar a liberdade condicional para quem já cumpriu a pena prevista, mas ainda está no semiaberto. Nesses primeiros dias, os 55 apenados da unidade devem ficar alojados em um barracão que fica ao lado do prédio incendiado.



